sábado, 10 de dezembro de 2011

A procura da alma gêmea

(Maria Aparecida Diniz Bressani)
Vou contar, resumidamente, um Mito de Platão: O ANDRÓGINO.
Num tempo longínquo, havia três gêneros: o homem, a mulher e o andrógino.
O andrógino era um ser esférico, composto de um só tronco, com todos os órgãos em duplicata, quatro braços, quatro pernas e uma cabeça com duas faces situadas em lados opostos e quatro orelhas, como dois seres humanos colados; que poderiam ser do mesmo sexo – dois homens ou duas mulheres – ou um homem e uma mulher fundidos. Eram ágeis, fortes e extremamente orgulhosos.

Por saberem de sua força começaram a opor-se aos deuses, rivalizando com força e poder. Júpiter, deus dos deuses, ao constatar a força desses seres e por temer o confronto, mas não querendo perder as honras e oferendas, resolveu separá-los para enfraquece-los – o que realmente aconteceu – condenando-os à separação. Desde então, tornamo-nos partes e fragilizados na carência. Quando Júpiter assim o fez, os seres separados se espalharam pelo mundo, desorientados, procurando a parte que lhes faltava.

Com esta pequena história, Platão pretende nos explicar a sensação que nós, seres humanos, temos da carência do outro em sua vida.
Este mito não busca entender a polaridade – masculino e feminino – mas, sim, a necessidade que temos em sempre buscar o outro e tê-lo em nossa vida. Tanto que o andrógino poderia ser dois homens, duas mulheres ou um homem e uma mulher, fundidos. Desta forma ele nos explica o hetero e homossexualismo, como o encontro da alma gêmea, que seriam seres com absoluta afinidade, independentemente da opção sexual.
Por isso, o ser humano vive, hoje e sempre, sentindo-se apenas fração do ser humano que é; estando, perpetuamente, buscando sua alma gêmea, aquele que lhe foi separado pelo temor dos deuses.

Buscamos o parceiro – ou parceira – que nos complemente, pois segundo o filósofo, temos o objetivo de ter o que ainda não temos ou o que já perdemos, estando sempre latente a consciência da carência.
Mas, a grande confusão que as pessoas fazem sobre a própria carência é entenderem ter carência do amor na própria vida, enquanto que, como o próprio Platão demonstra neste mito, a verdadeira carência está no outro em nossa vida; pois o amor está dentro de nós, e para tê-lo em nossa vida basta saber acessá-lo (autoconhecimento); mas, o outro, tê-lo em nossa vida é uma arte de concessão e doação deste amor que está dentro de nós.

Portanto, o que nos move em direção ao outro é a carência do outro em nossa vida. Por isso, o outro é um ser tão especial em nossa vida, pois, segundo este Mito, a separação deixou-nos – seres humanos – com a sensação de que o nosso parceiro complementar (nossa outra metade) está por ai, pelo mundo, perambulando à nossa procura, como nós estamos à sua procura.
Sonhamos, nostalgicamente, com esse reencontro, onde aspiramos encontrar a unidade original, através do amor, na ilusão de uma fusão.

Portanto, para Platão
, existiria Alma Gêmea.

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Nosso Maior Medo

“Nosso medo mais profundo não é que sejamos inadequados. Nosso medo mais profundo é que sejamos poderosos demais. É nossa sabedoria, não nossa ignorância, o que mais nos apavora. É a nossa luz, não nossa escuridão, que mais nos assusta. Nós nos perguntamos: “Quem sou eu para ser brilhante, lindo, talentoso, fabuloso”? Na verdade, quem é você para não ser? Você é um filho de Deus.
Seu medo não serve ao mundo. Não há nada de iluminado em se diminuir para que outras pessoas não se sintam inseguras perto de você. Nascemos para expressar a glória de Deus que há em nós. Isso não ocorre somente em alguns de nós; mas em todos. Todos nós fomos feitos para brilhar, como as crianças brilham.
Enquanto permitimos que nossa luz brilhe, nós, inconscientemente, damos permissão a outros para fazerem o mesmo.
Quando nós nos libertamos do nosso próprio medo, nossa presença automaticamente libertará outros”.

(discurso de posse em 1994 – Nelson Mandela)

domingo, 19 de junho de 2011

Tudo é Possível

Às vezes eu queria ter emprego melhor
Às vezes eu queria ter um carro melhor
Às vezes eu queria ter uma casa melhor
Às vezes eu queria ter alguém sempre comigo
Às vezes eu queria ter uma vida melhor
Às vezes eu queria ser melhor em alguma coisa
Mas sempre em dias em que encontro pessoas determinadas a lutar por aquilo que acreditam, eu vejo que é possível realizar qualquer coisa, desde que acreditemos realmente nela, que acreditemos na nossa força individual e em grupo, nestes momentos em que deixamos nossas diferenças de lado e unimos nossas forças para lutar em prol de um bem maior, estes momentos me enchem de orgulho e de alegria de ser um membro deste movimento e deste grupo chamado A-Sol, acontecimentos como este me fazem querer lutar mais e mais por nossos objetivos e nossos direitos, acreditando que mesmo que nossos atos sejam como uma gota d’água no oceano, o oceano sem esta gota d’água seria muito mais muito menor, não teria o brilho e nem a beleza que tem.
Parabens a todos que participaram da conferência e a todos que por algum motivo não puderam ir, mas de alguma forma fazem parte desta grande família que a cada dia cresce mais, como diz a música “... e nossa história não estará pelo avesso assim sem final feliz, teremos coisas bonitas pra contar, humhum e até lá vamos viver temos muito ainda o que fazer...o mundo começa agoora apenas começamos...”
FORÇA E ESPERANÇA SEMPRE

domingo, 13 de março de 2011

Nada Faz Sentido

Nada faz sentido
quando nem os dias são coloridos
certas coisas não se pode explicar
e outras não se consegue entender
algo mudou de uns tempos pra cá
acho que só eu não vi
esta tudo tão diferente
e não consigo me encontrar
talvez eu queira demais
na verdade, só queria me ver livre disso
tanto tempo se passou
e eu ainda não aprendi
que as pessoas por mais diferentes que sejam
são todas iguais
quem sabe algum dia alguem me entenda
me compreenda e não me julgue pelo que acha
não quero mais caminhar sozinho
observando a vida passar
mesmo  estando acostumado com isso
as vezes consideração é o minimo que se espera
estou cansado de ser bom para os outros
e esquecer de mim
acho mesmo que não sei viver
sinto como se não pertencesse a este mundo
aos poucos vou juntando os pedaços
e tudo recomeça
e sera assim enquanto tiver de ser...

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Momentos

A sinceridade ainda parece ser meu maior defeito, este sentimento de dizer o  que penso e sinto, não tentar disfarçar ou maquiar momentos...houve um tempo em que eu certamente criaria um personagem, mas isso perdeu o valor, hoje mesmo com os déficits eu não pretendo mudar, não neste sentido. Por anos planejei os meus passos, era “fácil” caminhar sabendo onde ir, mesmo quando vinha o tropeço, eu conhecia o caminho e onde poderia me agarrar, e rapidamente me recolocava em pé. Da vez que resolvi “deixar acontecer” me sentia um cego,  mesmo sem saber o que esperar e pra onde ir eu sabia o que queria, não sei exatamente como poderia ter sido, mas o que aconteceu não foi tão bom como um dia fora sonhado... é ruim olhar para trás e ver que perdi uma chance, e pior é saber que de algum modo decepcionei uma expectativa, essa sensação de derrota me coloca em xeque e me faz refletir sobre o que aconteceu até aqui, não sei o peso que este fato terá, mas como sempre não vou me dar por vencido...o copo ainda esta meio cheio...chega a ser engraçado e estranho saber que por algum motivo eu permiti baixar todas as defesas, e simplesmente deixar “fluir”, a chance que tinha  de aproximar ainda mais, me traz a sensação de que ampliou o abismo...
Depois de tanto refletir, cheguei a conclusões interessantes, conclusões estas que pretendo fazer regra daqui para frente, depois de tanto aconselhar os outros, acredito que é hora de seguir meus próprios conselhos, é hora de colocar em prática as teorias que aprendi nesta vida, hora de escolher minhas metas e priorizá-las, tentar viver “apenas a minha vida” por mais que eu saiba que isso é difícil... vou buscar aquilo que eu acredito ser melhor pra mim... Por mais que tenha sido “estranho” o nosso encontro, por mais que possa ter estragado todas as possíveis expectativas, isso serviu para abrir meus olhos e ver não apenas olhar, sempre procurei caminhar ao lado de pessoas “melhores” para que eu pudesse evoluir, acho que foi este fato que me aproximou. Não vou ficar tentando explicar ou entender o que aconteceu, por mais que eu escreva, pense ou fale, até porque não posso mudá-lo, mas posso aprender e não permitir que aconteça novamente.
Não sei o que virá, não sei o rumo que daremos, a decisão não será minha, hoje pretendo colocar não um ponto final, mas sim uma virgula neste passado, continuar caminhando e olhando para frente, vivendo um presente e construindo um futuro melhor,  do mesmo modo que aprendi a não desistir, aprendi a não forçar...”só posso fazer a minha parte”...e viver os meus dias, buscando algo maior...
FORÇA E ESPERANÇA SEMPRE

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Maneira de Dizer as Coisas


Uma sábia e conhecida anedota árabe diz que, certa feita, um sultão sonhou que havia perdido todos os dentes. Logo que despertou, mandou chamar um adivinho para que interpretasse seu sonho.
- Que desgraça, senhor! - exclamou o adivinho. Cada dente caído representa a perda de um parente de vossa majestade.

- Mas que insolente! - gritou o sultão, enfurecido. Como te atreves a dizer-me semelhante coisa? Fora daqui!

Chamou os guardas e ordenou que lhe dessem cem acoites. Mandou que trouxessem outro adivinho e lhe contou sobre o sonho.

Este, após ouvir o sultão com atenção, disse-lhe:

- Excelso senhor! Grande felicidade vos está reservada. O sonho significa que haveis de sobreviver a todos os vossos parentes.

A fisionomia do sultão iluminou-se num sorriso e ele mandou dar cem moedas de ouro ao segundo adivinho. E quando este saía do palácio, um dos cortesãos lhe disse admirado:

- Não é possível ! A interpretação que você fez foi a mesma que o seu colega havia feito. Não entendo porque ao primeiro ele pagou com cem acoites e a você com cem moedas de ouro.

- Lembra-te meu amigo - respondeu o adivinho - que tudo depende da maneira de dizer...

Um dos grandes desafios da humanidade é aprender a arte de comunicar-se. Da comunicação depende, muitas vezes, a felicidade ou a desgraça, a paz ou a guerra.

Que a verdade deve ser dita em qualquer situação, não resta dúvida. Mas a forma com que ela é comunicada é que tem provocado, em alguns casos, grandes problemas. A verdade pode ser comparada a uma pedra preciosa. Se a lançarmos no rosto de alguém pode ferir, provocando dor e revolta. Mas se a envolvemos em delicada embalagem e a oferecemos com ternura, certamente será aceita com facilidade.

A embalagem, nesse caso, é a indulgência, o carinho, a compreensão e, acima de tudo, a vontade sincera de ajudar a pessoa a quem nos dirigimos.

Ademais, será sábio de nossa parte se antes de dizer aos outros o que julgamos ser uma verdade, dizê-la a nós mesmos diante do espelho.

E, conforme seja a nossa reação, podemos seguir em frente ou deixar de lado o nosso intento.
Importante mesmo, é ter sempre em mente que o que fará diferença é a maneira de dizer as coisas...

Força e Esperança Sempre

sábado, 22 de janeiro de 2011

Devaneios

Não é de hoje que perguntas do tipo: qual o sentido da vida, qual o nosso futuro, porque as coisas acontecem desta maneira, assolam a humanidade, existem muitas teorias e tentativas supérfluas de explicação, mas nenhuma responde ao certo a estas questões.
Quantas coisas acontecem sem esperar, às vezes encantam as vezes desgastam, quase sempre com a mesma facilidade, meus dias estão mais confusos que o normal, talvez minhas palavras demonstrem esta confusão não fazendo sentido. Não só os pensamentos, mas também os sentimentos, nunca fui de me acomodar, mas agora me parece tão difícil de lutar, ao mesmo tempo que credito e quero, a incerteza é muito maior que fora antes, e eu já não sei por onde seguir, o que fazer...engraçado que imaginei nunca mais voltar a este pensamento, já que hoje eu costumo decidir o meu rumo sem me importar muito com as conseqüências, bom ou ruim, depende do ângulo que você vê. À medida que os dias passam, as coisas acontecem, e todas as expectativas mudam, as ansiedades começam a dissipar e as asas são guardadas e volto a por o meu pé na realidade do dia a dia. Nestas horas surge uma grande dúvida, buscar o que eu acredito, ou deixar a vida seguir seu rumo, eu bem me conheço, ou seja, já sei o que vou fazer... Não gosto do mesmo sempre, mesmo me sentindo seguro, o mesmo me entedia e me desestimula... nos anos atuais eu nem ligo tanto para o receio de arriscar, quero é viver, cada vez mais intensamente , estou deixando até minha percepção de lado por hora,  permitindo que as coisas simplesmente fluam...
Uma palavra dita ainda pode ser interpretada, um gesto ainda pode ser sentido, não sei o que o futuro me reserva, e nem estou me preocupando com isso, estou vivendo hoje um belo dia de sol, e amanhã será mais um passo nesta longa estrada que eu escolhi... aos poucos vou controlando a ansiedade e estudando novos rumos...mas isso é conversa para outro dia, quem sabe amanhã.
FORÇA E ESPERANÇA SEMPRE

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Dias

Às vezes me pego a pensar, nas muitas coisas que me são ditas e de imediato atacam, dando animo ou desanimo... Às vezes me trazem recordações que me enchem de esperança, mas às vezes frustrações me recordam dos tantos planos que não foram concretizados, outros tantos abortados dentre outros que nunca foram planejados. Essa vida é mesmo maluca, e eu no alto de minha normalidade sigo a sua maluquice de acreditar que as coisas podem dar certo, que as pessoas ainda valem à pena, que sonhar é preciso.
Quantas vezes me senti sufocado por mim mesmo, sufocado pelos medos e receios, ao mesmo tempo em que me sinto tentado a buscar o novo, é como se a luz travasse batalha com a escuridão, algo dentro de mim quer se libertar... E nesta busca desenfreada pela “luz” quantas ciladas, quantos tombos, dizem que na vida você aprende errando, esqueceram de falar o quanto dói isso, o quanto isso te acompanha e muitas vezes te desanima...
Por vezes a ilusão bateu a minha porta, e eu do alto da minha torre bem protegida decidia não arriscar, e esta me parecia à escolha certa, na minha fortaleza ninguém podia me ferir... foi então que aprendi a ser sozinho, a não depender dos outros ...ate que algo diferente aconteceu, algo muito maior que a razão, senti dentro de mim uma força, que me fez derrubar as muralhas e encarar o mundo de frente, sem rancor, sem culpa, sem receio, e eis que hoje muitos me vêem assim, e acham que minha vida sempre foi fácil, que tudo que eu falo é da boca para fora... chega a ser engraçado ouvir isso... e depois de anos no meu canto surge alguém que me faz ver, sentir e pensar coisas que antes me eram impensáveis, como ela mesma me disse “...não sei o que o destino nos reserva, deixo a vida me levar” (não vou contar quem é, ate porque ela sabe da importância que tem em meus dias) ... hoje tento não “pensar com o coração” mantendo a razão no controle, mas devo confessar, por deveras vezes isto foi impossível... seja o que vier, eu sei que eu no “mínimo” ganhei uma grande e sincera amiga, compartilhamos planos, pensamentos e quem sabe um futuro.
Hoje não mais temo meu passado e nem o futuro, acredito que tudo ainda depende das minhas escolhas e que Deus me guia para um destino melhor, minha vida se tornou um livro aberto, qualquer um pode ler, mas para entender será necessário um pouco mais... já que nesta vida nem tudo é tão simples, e as coisas fáceis demais desanimam qualquer um a lutar...eu busco ser sempre o melhor, mas não melhor que fulano ou cicrano, mas melhor  ao que fui ontem...  hoje 18 de janeiro de 2011, eu possuo uma coisa que poucos possuem, eu acredito em mim e nos meus ideais, e os faço sem precisar ser outra pessoa, sem precisar fingir, sem me esconder...mantenho a minha sina de ser sempre sincero, honesto com o que vejo e sinto...hoje sei que algumas pessoas são importantes na minha vida e outras  são essenciais... são elas e por elas que eu me esforço para ser melhor...

FORÇA E ESPERANÇA SEMPRE

ALLAH ‘u AKBAR

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

De Olho nas Metas

Era uma vez um cocheiro que dirigia uma carroça cheia de abóboras.

A cada solavanco da carroça, ele olhava para trás e via que as abóboras estavam todas desarrumadas.

Então ele parava, descia e colocava-as novamente no lugar. Mal reiniciava sua viagem, á vinha outro solavanco e... tudo se desarrumava de novo.

Então ele começou a ficar desanimado e pensou: "jamais vou conseguir terminar minha viagem!

É impossível dirigir nesta estrada de terra, conservando as abóboras arrumadas!".

Quando estava assim pensando, passou à sua frente outra carroça cheia de abóboras e ele observou que o cocheiro seguia em frente e nem olhava para trás: as abóboras que estavam desarrumadas organizavam-se sozinhas no próximo solavanco.

Foi quando ele compreendeu que, se colocasse a carroça em movimento na direção do local onde queria chegar, os próprios solavancos da carroça fariam com que as abóboras se acomodassem em seus devidos lugares.

Assim também é a nossa vida: quando paramos demais para olhar os problemas, perdemos tempo e nos distanciamos das nossas metas.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Recomeços

As vezes me pego a pensar, nas muitas coisas que me são ditas e de imediato atacam, dando animo ou desanimo...as vezes me trazem recordações que me enchem de esperança mas as vezes frustrações, me recordo dos tantos planos que não foram concretizados, outros tantos abortados dentre outros que nunca foram planejados. Essa vida é mesmo maluca, e eu no alto de minha normalidade sigo a sua maluquice de acreditar que as coisas podem dar certo, que as pessoas ainda valem à pena, que sonhar é preciso.
Quantas vezes me senti sufocado por mim mesmo, sufocado pelos medos e receios, ao mesmo tempo em que me sinto tentado a buscar o novo, é como se a luz travasse batalha com a escuridão, algo dentro de mim quer se libertar... Nas minhas idas e vindas eu aprendi muita coisa, não aprendi a ficar de pé, mas aprendi a me levantar sempre e mais forte a cada vez. Mesmo que algumas vezes eu me veja preso em lamurias, eu acredito que eu realmente sou abençoado, mesmo que às vezes não demonstre acreditar nisso, digo que o sou pelo simples fato de ver como as coisas me acontecem dia após dia, pessoas maravilhosas aparecem em minha vida, mesmo estando distante, me passa uma energia tão positiva que me faz ir além,  seguindo meus próprios conselhos busco o que acredito ser melhor para mim, sem que isso possa ser ruim para alguém, estou constantemente de mudança, assim como diz a frase “Ivare Enim Euge”,( por um bem maior), estarei sempre em busca dos meus sonhos, cedo ou tarde eu sei que Deus permitira que eu os encontre.
OMNIA VINCIT
FORÇA E ESPERANÇA SEMPRE

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Reflexões

Hoje se inicia o primeiro dia útil do ano, está um dia chuvoso em Sampa, e em dias como esse eu por algum motivo fico muito pensativo e conseqüentemente mais calado, esses pensamentos vêm num turbilhão causando certa confusão, expectativa e apreensão.  É uma fase interessante que sempre tiro bons frutos, espero que se mantenha assim. Um novo ano traz consigo novos desafios, novas buscas e novos sonhos, ahh! os sonhos... humhum...!!! Muitas pessoas passam boa parte ou toda sua vida tentando seguir  aquilo que acreditam ser seu sonho e se esquecem de algo muito simples, o difícil nesta vida maluca não é e nunca foi seguir um sonho, mas sim conseguir identificar no meio de tantas ilusões qual é o nosso verdadeiro sonho. Hoje me vejo em meio aos últimos acontecimentos do ano que se findou, há uma grande interrogação ao mesmo tempo em que acredito a dúvida é o preço da minha certeza...quando me vejo aqui e observo os caminhos já traçados me sinto orgulhoso e até certo ponto muito esperançoso, me dizem que serão muros altos e muita dificuldade, dizem-no se esquecendo que eu não gosto das coisas fáceis, além de que eu bem sei que quanto mais protegido é algo, maior é seu valor...vou fazer o que me cabe fazer acreditando que as coisas possam conspirar a favor do que for melhor para todos...